Fisioterapia

LIVE! Avaliação Clínica: Da Ciência à Prática Clínica

Olá!
Será que você está tomando suas decisões clínicas baseadas em parâmetros precisos?
Você sabe qual é a confiabilidade dos testes que você usa na sua prática clínica?
O que é um teste confiável?
Qual a importância de utilizar um teste confiável?
Como devemos moldar nosso raciocínio diagnóstico?
O que é acurácia?
O que é sensibilidade?
O que é especificidade?
O que é valor preditivo?
O que é razão de verossimilhança?
Essas e outras perguntas serão o norte do nosso debate na próxima LIVE!

Debatedores:
Prof. Frederico Meirelles
-Doutorando em Saúde da Família
-Mestre em Ciências do Exercício e do Esporte
-Docente de Graduação e Pós-graduação
-Coordenador de Pós-graduação (UNESA)
-Membro do Grupo de Pesquisa GPCES / UERJ
-Fisioterapeuta da Força Aérea Brasileira

Prof. Roberto de Sousa
-Especialista em Biomecânica – UFRJ
-Especialista em fisioterapia esportiva – SONAFE/COFFITO
-Professor do instituto Brasileiro de fisioterapia – IBRAFISIO

A LIVE está disponível no meu instagram:
@prof.fredericomeirelles
Não percam!

Fisioterapia

Consultas online – Teleconsulta /Telereabilitação

NOVIDADE!!!

O Fisioterapeuta e Professor Frederico Meirelles iniciou essa semana os atendimentos não presenciais – as Teleconsultas, sempre visando eficiência e atendimento de qualidade aos seus pacientes. Em virtude da impossibilidade de um atendimento presencial devido ao isolamento social que estamos vivendo, a teleconsulta emerge como uma ótima opção. Este tipo de atendimento já é uma realidade em diversos países e sua eficácia está assegurada por diversas publicações científicas.

Entre em contato e agende sua consulta. Whatsapp: (21) 981985951.

Atendimento online (não presencial) foi autorizado pelo Conselho Federal de Fisioterapia (COFFITO). A Telereabilitação está autorizada no Brasil.

Link da resolução: https://www.coffito.gov.br/nsite/?p=15828

Atenciosamente,

Frederico de Oliveira Meirelles

Fisioterapia

Dr. Frederico Meirelles na China para os 7ᵒ Jogos Mundiais Militares

De 18 a 27 de outubro de 2019 o Prof. Frederico Meirelles representou o Brasil nos 7ᵒ Jogos Mundiais Militares realizado na Cidade de Wuhan na China. Foi um dos Fisioterapeutas do Time Militar Brasil. Foram 350 atletas brasileiros que tiveram um suporte de saúde completo composto de Fisioterapeutas, Médicos e Nutricionistas.

Com o Atleta Olímpico e campeão mundial Arthur Nory
Visitando a Yellow Crane Tower 
Estádio de Atletismo (Wuhan Five Rings Sports Center)
Nosso local de trabalho (Fisioterapia)

O Brasil ficou em terceiro lugar no quadro geral de medalhas.

Quadro de medalhas
Anexo ao estádio de Atletismo (área de aquecimento dos atletas)

Att, Prof. Frederico Meirelles.

Informações sobre o evento veja no site oficial – link: https://en.wuhan2019mwg.cn/

 7th CISM World Games

Fisioterapia

Síndrome da Banda Iliotibial ou Joelho do corredor

Definição / Descrição

A Síndrome da Banda Iliotibial é uma lesão comum do joelho que geralmente se apresenta com dor e / ou sensibilidade à palpação da face lateral do joelho, superior à linha articular e inferior ao epicôndilo femoral lateral. É considerada uma lesão de uso excessivo não traumático e é frequentemente concomitante à fraqueza subjacente dos músculos abdutores do quadril. Movimentos excessivos de flexão e extensão de joelho causam atrito excessivo entre o epicôndilo femoral lateral e o trato iliotibial. Estudos descreveram uma ‘zona de impacto’ ocorrendo a aproximadamente a 30 ° de flexão do joelho.

Anatomia

O trato iliotibial é uma banda grossa de fáscia que corre no lado lateral da coxa a partir da crista ilíaca e se insere no joelho. É composto de tecido conjuntivo fibroso denso que aparece a partir do músculo tensor da fáscia lata e músculo glúteo máximo. Ele desce ao longo do aspecto lateral da coxa, entre as camadas da fáscia superficial, e se insere no platô tibial lateral em uma projeção conhecida como tubérculo de Gerdy (atualmente impressão para o tracto iliotibial). Em sua porção distal, o trato iliotibial cobre o epicôndilo femoral lateral e dá expansão à borda lateral da patela. Embora a banda iliotibial não possua anexos ósseos à medida que se desloca entre o tubérculo de Gerdy e o epicôndilo femoral lateral, essa ausência de fixação permite que ele se mova anterior e posteriormente com flexão e extensão do joelho.

Síndrome da Banda Iliotibial / Joelho do Corredor

Epidemiologia / Etiologia

A etiologia da Síndrome da Banda Iliotibial é frequentemente multifatorial.

Atividades com flexão e extensão repetitivas do joelho podem fazer com que a banda iliotibial esfregue repetidamente ao longo do epicôndilo femoral lateral, produzindo irritação e, eventualmente, uma reação inflamatória da banda iliotibial. A corrida de longa distância é uma causa comum da síndrome.

A fraqueza muscular dos abdutores do quadril também está associada à síndrome da banda iliotibial, pois causa maior rotação interna do quadril e adução do joelho.

A Síndrome da Banda Iliotibial é uma das lesões mais comuns em corredores que apresentam dor lateral no joelho, com incidência estimada entre 5% e 14%. Estudos adicionais indicam que é responsável por aproximadamente 22% de todas as lesões nos membros inferiores.

Características / Apresentação Clínica

Em muitos casos, a avaliação subjetiva já fornecerá uma excelente base para suspeita dessa síndrome. Geralmente, são relatadas atividades que requerem atividades repetitivas que envolvem flexão-extensão do joelho, além de uma dor ardente no nível (ou logo abaixo) do epicôndilo femoral lateral.

O principal sintoma da Síndrome da Banda Iliotibial é uma dor aguda na parte externa do joelho, principalmente quando o calcanhar atinge o chão, que pode irradiar para a parte externa da coxa ou panturrilha. A dor tende a ser pior ao correr ou descer escadas. Pode haver uma sensação audível de estalar o joelho dobrado devido a movimentos da banda sobre o tubérculo ósseo. Também pode haver algum edema na parte externa do joelho.

A prevalência da Síndrome da Banda Iliotibial em mulheres é estimada entre 16% e 50% e para homens entre 50% e 81%.

Diagnóstico diferencial

Tendinopatia do bíceps femoral, Osteoartrose de joelho, entorse do ligamento colateral lateral, lesão do menisco lateral, dor miofascial, condropatia femoropatelar, tendinopatia poplítea, dor referida da coluna lombar, fraturas por estresse e entorse da articulação tibiofibular superior.

Fisioterapia

O tratamento da Síndrome da Banda Iliotibial geralmente não é operatório e a fisioterapia deve ser considerada a primeira e melhor linha de tratamento.

A modificação da atividade para evitar maior agravamento dos sintomas do paciente deve ser a primeira área a ser abordada no tratamento. Se for um atleta, seu programa de treinamento deve ser revisado e modificado conforme necessário.

Exercícios para fortalecer os músculos abdutores e estabilizar o quadril.

Uma fase importante no tratamento físico da Síndrome da Banda Iliotibial é a realização de exercícios para fortalecer os músculos na área afetada. Como a Síndrome da Banda Iliotibial é frequentemente associado à fraqueza do abdutor do quadril, o fortalecimento e a estabilização do quadril serão benéficos no tratamento.

Resultados clínicos

Devido à variedade de possíveis causas da Síndrome da Banda Iliotibial, é importante que o clínico considere áreas que possam estar contribuindo para a mecânica corporal anormal. Especialmente nas condições do joelho, quadril, tornozelo e pé devem ser avaliadas para determinar se estão contribuindo para o problema.

Procure um profissional experiente para avaliação, orientação e tratamento.

Att,

Frederico Meirelles.