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Desidratação Discal

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Você sabia que de manhã, ao acordar, somos mais altos do que a noite quando vamos dormir? É fisiológico. O disco se desidrata durante o dia, mas à noite, quando deitamos, aliviamos as forças compressivas e o disco se reidrata.

OBS: Importância de boas horas de sono!!!

A desidratação discal é um achado relativamente frequente em laudos de Ressonância Nuclear Magnética (RNM).

Disc degeneration

Veja na imagem acima a diferença de cor entre um disco sadio e um disco desidratado (seta).

Conceitualmente, por pura lógica, o disco intervertebral está desidratado, ou seja, com pouca agua para manter suas funções principais.

O que nos interessa esta informação? Como interpretar este achado? Gera dor? É importante? Tem cura?

Antes, devemos entender a fisiologia do disco intervertebral para que possamos interpretar corretamente este achado. Veja um resumo sobre a função do disco intervertebral em: https://fredericomeirelles.com/2011/07/14/disco-intervertebral-anel-fibroso-e-nucleo-pulposo/.

Após ler o artigo acima, e entender sobre o assunto, podemos chegar a uma conclusão:

Se o disco é hidrófilo, ou seja, tem a capacidade física de absorver água, e esta função está prejudicada, alguns problemas estão acontecendo e a função do disco está sendo prejudicada (relação estrutura x função).

O que acontece para o disco ficar desidratado?

Existem algumas células responsáveis pela hidratação do disco intervertebral e cartilagens articulares:

Proteoglicanos e glicosaminoglicanos, que tem uma função importante em nosso corpo. Veja explicação abaixo:

Proteoglicanos são proteínas extracelulares ligadas a glicosaminoglicanos (estruturas que possuem um dos açúcares aminados e normalmente sulfatados). Os glicosaminoglicanos possuem alta quantidade de carga negativa, e por isso acabam atraindo uma nuvem de cátions, onde o mais atraído é o sódio que traz com ele moléculas de água. Essa capacidade dos glicosaminoglicanos de atrair cátions e água, confere aos proteoglicanos a função de dar a matriz extracelular uma característica hidratada. Além disso os proteoglicanos têm a função de dar rigidez a matriz, resistindo à compressão e preenchendo espaços. (retirado de: http://pt.wikipedia.org)

Na degeneração discal, estas células começam a morrer, fazendo com que o disco fique desidratado. A desidratação discal, apesar de inicialmente não gerar dor, é um sinal de que a região está sofrendo. Com menos capacidade de reter água, o disco não consegue absorver as cargas corretamente, facilitando ainda mais o aparecimento de protrusões e hérnias discais. É muito comum que o disco protruido ou herniado também esteja desidratado. Isso faz parte da gênese da hérnia discal. Podemos deduzir que, se a sobrecarga geradora da desidratação discal continuar ocorrendo, é de se esperar uma aparição de uma protrusão ou, até mesmo, uma herniação discal.

O que fazer?

Antes de tudo, você deve procurar um profissional habilitado para interpretar estes sintomas e utilizar para o raciocínio clínico.

O tratamento deve ser baseado em buscar o que está sobrecarregando esta região.

O Osteopata interpreta estes dados e estimula nosso corpo a buscar seu equilíbrio.

Atenciosamente,

Prof. Frederico Meirelles, C. O.

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NOVO CURSO MINISTRADO PELO PROF. FREDERICO MEIRELLES C.O.

CURSO DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM PARA FISIOTERAPEUTAS

Diagnóstico por Imagem: Interpretação e Correlação Clínica

10/12/2011 à 11/12/2011

Rio de Janeiro/RJ

Carga Horária:

– 20 horas

Público Alvo:

– Acadêmicos (à partir do 5º semestre)

– Fisioterapeutas

Maiores informações: http://www.cbfisio.com.br/exibe_turma.cfm?CodCurso=55&CodTurma=541

Local / Data / Horários
CBF-RJ Rua Siqueira Campos, 43 9º andar – sala 921 – CopacabanaTel (21) 2549-5318 – email cbf_rj@cbfisio.com.br / HORÁRIO: 8:00 as 18:00h
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CONGRESSO DA ASSOCIAÇÃO DE FISIOTERAPIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO (AFERJ)

É com muito prazer que divulgo no site este congresso:

Resgatando os valores e integrando as especialidades da Fisioterapia

Dias 03, 04 e 05 de Novembro de 2011

Eu, Frederico Meirelles, participo com o tema: Abordagem da Terapia Manual nas Lesões do Esporte

Estarão presentes grandes nomes da Fisioterapia. Entrem no site do congresso!

Inscrições e informações no site: http://www.aferjonline.com.br/

Vamos fazer do congresso da AFERJ um sucesso!

Atenciosamente,

Frederico Meirelles.

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13 DE OUTUBRO – DIA DO FISIOTERAPEUTA!!!

Parabéns a todos os Fisioterapeutas pelo dia de hoje!

Estou saindo com pressa de casa para o trabalho neste momento e tentarei ser breve, porém relevante.

Reproduzirei uma frase que Steve Jobs sempre citava em seus discursos sobre os equipamentos que sua empresa criava:

It just works“, ou seja, simplesmente funciona!

A Fisioterapia simplesmente funciona, pois utilizamos recursos físicos para reabilitar nossos pacientes. 

Esta analogia que faço nos mostra, também, que nossa autonomia profissional deve sempre ser respeitada, pois somos parte de uma equipe multidisciplinar, em que cada um tem sua autonomia, com suas respectivas atribuições.

Grande abraço, mais uma vez, a todos os Fisioterapeutas.

Frederico Meirelles.

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Congresso Internacional de Osteopatia – CIOST

Após o sucesso de suas duas primeiras versões que ocorreram em Campinas (2009) e Buenos Aires (2010), O CIOST – Congresso Internacional de Osteopatia chega a sua terceira versão neste ano de 2011 na cidade de São Paulo.

O foco do congresso permanece o mesmo que é trazer, ao grande público, trabalhos científicos de osteopatia e disciplinas a fins que promovam cada vez mais uma osteopatia baseada em evidências.

É nosso desejo e pelo qual colocaremos todos os nossos esforços, que o evento congregue um grande número de profissionais e estudantes e com isso a disseminação do conhecimento que é o propósito maior de qualquer evento científico.

Lembramos que o congresso não é aberto apenas a osteopatas e estudantes de osteopatia, mas a todos os estudantes e profissionais da área de saúde que terão seguramente não só a oportunidade de entrar em contato com a osteopatia científica, mas principalmente com uma forma única e inovadora de abordar a saúde.

Queremos também que o IIIº CIOST seja um trampolim para sua próxima versão que acontecerá em 2012 em Portugal.

Acompanhe nos próximos meses as novidades sobre o CIOST 2011 também sobre o CIOST 2012.

Um forte abraço e até setembro,

Rogério Queiroz

Presidente do Congresso

Para maiores informações e inscrições no evento entre no link: http://www.ciost.org/

Texto retirado integralmente de http://www.ciost.org/

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Disco Intervertebral, Anel fibroso e Núcleo Pulposo

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Os Discos intervertebrais estão localizados entre os corpos vertebrais e são constituidos de Anel fibroso e Núcleo Pulposo. O núcleo Pulposo é a região central enquanto o Anel Fibroso é a região periférica do disco. Os discos intervertebrais tem a característica de serem Hidrófilos, ou seja, suas moléculas tem a capacidade de atrair água. A região periférica do Anel é inervada por ramos dos nervos sinovertebral e vertebral. No núcleo, não foram encontrados vasos nem nervos, então supõem-se que a nutrição discal seja por difusão através da placa terminal cartilaginosa. Fazendo uma analogia a um “ovo frito”, o anel fibroso seria a clara e o núcleo seria a gema do ovo.

Disco Intervertebral

O anel fibroso é constituido de camadas concêntricas chamadas lamelas, que envolvem totalmente o núcleo e o mantém sobre pressão constante. *(Podemos entender aqui, que se o anel fibroso é incompetente em sua função de suportar o núcleo pulposo ele vaza, ou seja, hernia).

A fibras do anel fibroso estão fixadas as placas terminais cartilaginosas nos platôs vertebrais inferior e superior e a sua periferia por fibras de Sharpey.

A mecânica vertebral depende totalmente do disco intervertebral. O movimento da coluna é realizado, em cada nível vertebral, no próprio disco intervertebral, ele é que permite os movimentos. Os movimentos ocorrem mediante deslizamentos das vértebras umas em relação as outras de modo que o disco é a única substãncia maleável entre as vértebras, bastente sólidas. Esta maleabilidade do disco é o que permite o movimento vertebral. Qualquer alteração no nível do disco intervertebral irá atrapalhar toda a mecânica da coluna. Podemos ter alterações estruturais ou funcionais.

– As alterações Estruturais, ou seja, morfológicas, são alterações em que a estrutura tecidual se alterou, não havendo possibilidade de retorno a sua condição normal. Por exemplo: Uma hérnia Discal Extrusa.

– As alterações Funcionais ainda não lesaram a estrutura do tecido, podendo, se forem corrigidas a tempo, não afetar o tecido. Por exemplo: Alterações Posturais.

Normalmente o paciente tem uma alteração funcional que vira estrutural por não buscar o tratamento adequado.

O Núcleo vertebral suporta 75% das cargas que passam sobre o Disco, enquanto o Anel fibroso suporta apenas 25%. Isto quer dizer que a função de suportar carga é prioritariamente do Núcleo, enquanto que o Anel tem a função de ” contenção do Núcleo”. Para entendermos melhor, pense em uma Bexiga cheia de ar, imagina se a colocássemos sobre uma mesa, e com uma das mãos comprimíssemos ela em direção a mesa, a tendência da bexiga é a diminuição do seu tamanho vertical e aumento do seu tamanho horizontal. Voltando a coluna, a bexiga seria o nucleo, que com a compressão (peso do corpo) estaria aumentando seu tamanho horizontal. O anel fibroso, que está justamente colocado em volta do núcleo para não deixá-lo expandir, terá então a função principal de suportar o núcleo, não permitindo uma expansão demasiada do mesmo.

Cargas (Núcleo Pulposo x Anel Fibroso)

Quando, por processos patológicos, temos uma incompetência do Anel Fibroso frente ao Núcleo Pulposo, o Núcleo protrui, gerando Protrusões discais e Hérnias discais.

Protrusão e Herniação Discal

Atenciosamente, Frederico Meirelles

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Novo Piso Salarial das Profissões da Área da Saúde (Utilidade Pública)

Abriaxo segue o Link da Lei 5.950, de 13 de abril de 2011, Publicada no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, no da 14 de abril de 2011: 

http://www.sinfitorj.com.br/pdf/DO%20Piso%20Salarial.pdf

Créditos: SINFITO-RJ – http://www.sinfitorj.com.br

Atenciosamente,

Frederico Meirelles.

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TRATAMENTO DE OSTEOPATIA NO RIO DE JANEIRO – RJ

Dr. Frederico Meirelles

Consultório: Centro – RJ (Próx. Metrô):

Marcação de Consultas pelo Telefone:

(21) 98198-5951   (Horário Comercial)

Marque já sua consulta e livre-se das dores!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O corpo é único e indivisível

   Cada vez mais percebemos que o nosso corpo é único e indivisível. Qualquer alteração em alguma parte é sentida em áreas adjacentes, e até, em áreas distantes.

   O corpo é separado por segmentos, apenas para fins didáticos. Quando movimentamos o braço, por exemplo, não só contraímos os músculos do braço, mas também ocorre uma reorganização postural em todo o corpo para dar suporte a este movimento.

   As ligações corporais que tem a fáscia como seu principal constituinte, acontecem em todos os sistemas corporais. O Sistema Nervoso (SN) é todo interligado. Um mínimo estímulo aplicado nas pontas dos dedos dos pés, por exemplo, é sentido por nós, ou seja, o estímulo caminhou até o Cérebro para ser processado e interpretado. Mediante o estímulo, o Sistema Nervoso Central (SNC) estuda se responde ou não. Se responder, gerará uma alteração corporal na amplitude e magnitude necessária para a resposta eficaz.

   O Sistema cárdio-vascular, com seus constituintes arteriais e venosos, estão também em todas as partes do corpo. Apresentam ligações diretas, como se fosse um sistema hidráulico. Como exemplo de problemas a distância, é relativamente comum pacientes com congestão cardíaca apresentarem edemas em membros inferiores, ou seja, problema cardíaco mas com sintomas nos membros inferiores. A Trombose Venosa Profunda (TVP) comumente ocorre em vasos da perna, podendo ocasionar Tromboembolismo Pulmonar pelo deslocamento do trombo, ou seja, início de patologia em vasos da perna e destino no pulmão. Um mínimo estímulo tátil, térmico ou doloroso altera a microcirculação local por estímulo simpático, ou seja, o Sistema Nervoso Autônomo (SNA) controlando alterações de todo corpo, procurando sempre manter a Homeostasia.

   Atualmente as pesquisas vem desvendando que o tecido conjuntivo, que outrora serviu como tecido de sustentação e apoio, pode ser muito mais do que um coadjuvante. A Fáscia está em evidência. Citarei abaixo alguma das funções inerentes a Fáscia.

– Distribuir e organizar as forças atuantes em todo o corpo;

– Facilitar a integração sensorial corporal, sendo primordial para a coordenação motora;

– Distribuição de líquidos pelo corpo;

– Auxílio da drenagem corporal;

– Disseminação bio-energética e bioquímica corporal, inclusive patologias podem disseminar-se pela fáscia como infecções e Tumores;

– Importância capital na estática e dinâmica corporal;

– Demonstra memória tissular (inclusive emocional);

– Sustentação de todo o tipo de vísceras pelo corpo, vasos sangúineos, sistema nervoso, e outros;

– Dissemina por todo o corpo a respiração costal;

– Dissemina por todo o corpo o Mecanismo Respiratório Primário (M.R.P.), ou ritmo Craniano *(1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19);

– Une todos os tecidos corporais;

– Outros.

   Se o tecido conjuntivo está presente em todas as regiões do corpo, e se é todo interligado, uma alteração em determinado local, com certeza, irá repercurtir sobre outras regiões. Não podemos ter uma visão segmentada de um paciente. Hoje em dia, mais do que nunca, devemos ter uma visão holística do corpo humano. Normalmente onde estão os sintomas nem sempre estão as causas dos problemas, somente as consequências. Tratar a consequência é valido, mas se a causa não for reparada, a reicindiva poderá acontecer.

   A grande vantagem do Osteopata consiste em ter na sua forma de aprendizado todas estas informações. Os princípios da Osteopatia surgiram após o criador da Osteopatia, Still, ter entendido que o corpo funciona como um só, único e indivisível. A partir desta concepção ele criou e desenvolveu a Osteopatia. A Osteopatia foi criada e desenvolvida a partir deste ponto de vista. Tudo o que as pesquisas relacionadas a este assunto estão comprovando hoje, os Osteopatas antigos já falavam e praticavam pelo mundo. E vale lembrar, que tudo na medicina começa com experimentações.

Procure um Osteopata.

Frederico Meirelles.

Referências:

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compliance. Neurosurgery 1993, 33(5):869-876.

 2. Ueno T, Hargens AR, Ballard RE: Intracranial pressure dynamics

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ultrasonic technique. J Gravitational Physiology 1998, 5(1):39-40.

 3. Ballard RE, Wilson M, Watenpaugh DE, Hargens AR, Shuer LM, Yost

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pressure using ultrasound. American Institute of Aeronautics and

Astronautics Life Sciences and Space Medicine Conference. Book of

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 4. Ueno T, Ballard RE, Cantrell JH, Yost WT, Hargens AR: Noninvasive

estimation of pulsatile intracranial pressure using ultrasound.

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 5. Ueno T, Ballard RE, Shuer LM, Yost WT, Cantrell , Hargens AR:

Noninvasive measurement of pulsatile intracranial pressure

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decrease with tilt. Aviation, Space and Environmental Medicine 2003,

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 7. Moskalenko YE, Cooper H, Crow H, Walter WG: Variation in

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 8. Moskalenko YE, Weinstein GB, Demchenko IT, Cooper H, Grechin

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 9. Moskalenko YE, Kravchenko TI, Gaidar BV, Vainshtein GB, Semernya

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 10. Moskalenko YE, Frymann VM, Weinstein GB, Semernya VN,

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 11. Moskalenko YE, Frymann VM, Kravchenko T, Weinstein G: A modern

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15. Magoun HI: Osteopathy in the Cranial Field, 2e Kirksville, MO: Journal

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  18. Frymann VM: A study of the rhythmic motions of the living

cranium. J Am Osteopath Assoc 1971, 70:1-18.

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Nas Mãos do Osteopata

     A habilidade palpatória é uma das grandes virtudes do Osteopata. O Osteopata utiliza suas mãos para fins diagnósticos e terapêuticos.

     O Osteopata tem um papel primordial na atenção a saúde. A sensibilidade manual de um Osteopata é única. Anos de experiência fazem o Osteopata sentir alterações mínimas nos movimentos e micro movimentos corporais que podem gerar grandes repercussões no funcionamento e, consequentemente, no equilíbrio corporal.

     A arte da palpação requere disciplina, tempo, paciência e prática. Para ser eficaz, a sensibilidade palpatória deve ser relacionada com o conhecimento da anatomia funcional, fisiologia e fisiopatologia. O Osteopata ” vê ” a estrutura que ele está palpando através de uma imagem visual baseada em seus prévios estudos e experiências passadas, que diferenciam o normal do anormal.

     A palpação outorga informações sensitivas que o cérebro interpreta como: temperatura, textura, umidade, elasticidade, turgência, tensão dos tecidos, espessura, forma, irritabilidade, movimento, etc. O cérebro do Osteopata deve receber as informações palpatórias, visuais e auditivas apropriadas, que são processadas através dos conhecimentos prévios. Após o processamento das informações, a resposta vem em forma de um eficaz tratamento, com manobras específicas para cada tipo de tecido envolvido.

     Erra quem classifica o Osteopata como “Manipulador”, ou seja, só “estala” os pacientes. O Osteopata é muito mais que isso. Atendemos diversos pacientes sem realizar um único ” Thrust ” (HLVA – High Velocity-Low Amplitude). O Thrust é uma técnica específica que necessita ter uma indicação específica, como todas as outras técnicas.

 

          “AS MÃOS DO OSTEOPATA SENTEM, PENSAM, SABEM E VÊEM”.  

 

 Procure a Osteopatia.

 

Frederico Meirelles.

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