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CURSO DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM PARA FISIOTERAPEUTAS

Diagnóstico por Imagem: Interpretação e Correlação Clínica

10/12/2011 à 11/12/2011

Rio de Janeiro/RJ

Carga Horária:

– 20 horas

Público Alvo:

– Acadêmicos (à partir do 5º semestre)

– Fisioterapeutas

Maiores informações: http://www.cbfisio.com.br/exibe_turma.cfm?CodCurso=55&CodTurma=541

Local / Data / Horários
CBF-RJ Rua Siqueira Campos, 43 9º andar – sala 921 – CopacabanaTel (21) 2549-5318 – email cbf_rj@cbfisio.com.br / HORÁRIO: 8:00 as 18:00h
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É com muito prazer que divulgo no site este congresso:

Resgatando os valores e integrando as especialidades da Fisioterapia

Dias 03, 04 e 05 de Novembro de 2011

Eu, Frederico Meirelles, participo com o tema: Abordagem da Terapia Manual nas Lesões do Esporte

Estarão presentes grandes nomes da Fisioterapia. Entrem no site do congresso!

Inscrições e informações no site: http://www.aferjonline.com.br/

Vamos fazer do congresso da AFERJ um sucesso!

Atenciosamente,

Frederico Meirelles.

Parabéns a todos os Fisioterapeutas pelo dia de hoje!

Estou saindo com pressa de casa para o trabalho neste momento e tentarei ser breve, porém relevante.

Reproduzirei uma frase que Steve Jobs sempre citava em seus discursos sobre os equipamentos que sua empresa criava:

It just works“, ou seja, simplesmente funciona!

A Fisioterapia simplesmente funciona, pois utilizamos recursos físicos para reabilitar nossos pacientes. 

Esta analogia que faço nos mostra, também, que nossa autonomia profissional deve sempre ser respeitada, pois somos parte de uma equipe multidisciplinar, em que cada um tem sua autonomia, com suas respectivas atribuições.

Grande abraço, mais uma vez, a todos os Fisioterapeutas.

Frederico Meirelles.

Após o sucesso de suas duas primeiras versões que ocorreram em Campinas (2009) e Buenos Aires (2010), O CIOST – Congresso Internacional de Osteopatia chega a sua terceira versão neste ano de 2011 na cidade de São Paulo.

O foco do congresso permanece o mesmo que é trazer, ao grande público, trabalhos científicos de osteopatia e disciplinas a fins que promovam cada vez mais uma osteopatia baseada em evidências.

É nosso desejo e pelo qual colocaremos todos os nossos esforços, que o evento congregue um grande número de profissionais e estudantes e com isso a disseminação do conhecimento que é o propósito maior de qualquer evento científico.

Lembramos que o congresso não é aberto apenas a osteopatas e estudantes de osteopatia, mas a todos os estudantes e profissionais da área de saúde que terão seguramente não só a oportunidade de entrar em contato com a osteopatia científica, mas principalmente com uma forma única e inovadora de abordar a saúde.

Queremos também que o IIIº CIOST seja um trampolim para sua próxima versão que acontecerá em 2012 em Portugal.

Acompanhe nos próximos meses as novidades sobre o CIOST 2011 também sobre o CIOST 2012.

Um forte abraço e até setembro,

Rogério Queiroz

Presidente do Congresso

Para maiores informações e inscrições no evento entre no link: http://www.ciost.org/

Texto retirado integralmente de http://www.ciost.org/

Os Discos intervertebrais estão localizados entre os corpos vertebrais e são constituidos de Anel fibroso e Núcleo Pulposo. O núcleo Pulposo é a região central enquanto o Anel Fibroso é a região periférica do disco. Os discos intervertebrais tem a característica de serem Hidrófilos, ou seja, suas moléculas tem a capacidade de atrair água. A região periférica do Anel é inervada por ramos dos nervos sinovertebral e vertebral. No núcleo, não foram encontrados vasos nem nervos, então supõem-se que a nutrição discal seja por difusão através da placa terminal cartilaginosa. Fazendo uma analogia a um “ovo frito”, o anel fibroso seria a clara e o núcleo seria a gema do ovo.

Disco Intervertebral

O anel fibroso é constituido de camadas concêntricas chamadas lamelas, que envolvem totalmente o núcleo e o mantém sobre pressão constante. *(Podemos entender aqui, que se o anel fibroso é incompetente em sua função de suportar o núcleo pulposo ele vaza, ou seja, hernia). 

A fibras do anel fibroso estão fixadas as placas terminais cartilaginosas nos platôs vertebrais inferior e superior e a sua periferia por fibras de Sharpey.

A mecânica vertebral depende totalmente do disco intervertebral. O movimento da coluna é realizado, em cada nível vertebral, no próprio disco intervertebral, ele é que permite os movimentos. Os movimentos ocorrem mediante deslizamentos das vértebras umas em relação as outras de modo que o disco é a única substãncia maleável entre as vértebras, bastente sólidas. Esta maleabilidade do disco é o que permite o movimento vertebral. Qualquer alteração no nível do disco intervertebral irá atrapalhar toda a mecânica da coluna. Podemos ter alterações estruturais ou funcionais.

– As alterações Estruturais, ou seja, morfológicas, são alterações em que a estrutura tecidual se alterou, não havendo possibilidade de retorno a sua condição normal. Por exemplo: Uma hérnia Discal Extrusa.

– As alterações Funcionais ainda não lesaram a estrutura do tecido, podendo, se forem corrigidas a tempo, não afetar o tecido. Por exemplo: Alterações Posturais.

Normalmente o paciente tem uma alteração funcional que vira estrutural por não buscar o tratamento adequado. 

O Núcleo vertebral suporta 75% das cargas que passam sobre o Disco, enquanto o Anel fibroso suporta apenas 25%. Isto quer dizer que a função de suportar carga é prioritariamente do Núcleo, enquanto que o Anel tem a função de ” contenção do Núcleo”. Para entendermos melhor, pense em uma Bexiga cheia de ar, imagina se a colocássemos sobre uma mesa, e com uma das mãos comprimíssemos ela em direção a mesa, a tendência da bexiga é a diminuição do seu tamanho vertical e aumento do seu tamanho horizontal. Voltando a coluna, a bexiga seria o nucleo, que com a compressão (peso do corpo) estaria aumentando seu tamanho horizontal. O anel fibroso, que está justamente colocado em volta do núcleo para não deixá-lo expandir, terá então a função principal de suportar o núcleo, não permitindo uma expansão demasiada do mesmo.

Cargas (Núcleo Pulposo x Anel Fibroso)

Quando, por processos patológicos, temos uma incompetência do Anel Fibroso frente ao Núcleo Pulposo, o Núcleo protrui, gerando Protrusões discais e Hérnias discais.

Protrusão e Herniação Discal

Atenciosamente,                                                                                                                                                                                                 Frederico Meirelles

Abriaxo segue o Link da Lei 5.950, de 13 de abril de 2011, Publicada no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, no da 14 de abril de 2011: 

http://www.sinfitorj.com.br/pdf/DO%20Piso%20Salarial.pdf

Créditos: SINFITO-RJ – http://www.sinfitorj.com.br

Atenciosamente,

Frederico Meirelles.

Retirado de New Zeland Society of Physiotherapists http://www.physiotherapy.org.nz

 

Atenciosamente,

Frederico Meirelles.

Dr. Frederico Meirelles

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   Cada vez mais percebemos que o nosso corpo é único e indivisível. Qualquer alteração em alguma parte é sentida em áreas adjacentes, e até, em áreas distantes.

   O corpo é separado por segmentos, apenas para fins didáticos. Quando movimentamos o braço, por exemplo, não só contraímos os músculos do braço, mas também ocorre uma reorganização postural em todo o corpo para dar suporte a este movimento.

   As ligações corporais que tem a fáscia como seu principal constituinte, acontecem em todos os sistemas corporais. O Sistema Nervoso (SN) é todo interligado. Um mínimo estímulo aplicado nas pontas dos dedos dos pés, por exemplo, é sentido por nós, ou seja, o estímulo caminhou até o Cérebro para ser processado e interpretado. Mediante o estímulo, o Sistema Nervoso Central (SNC) estuda se responde ou não. Se responder, gerará uma alteração corporal na amplitude e magnitude necessária para a resposta eficaz.

   O Sistema cárdio-vascular, com seus constituintes arteriais e venosos, estão também em todas as partes do corpo. Apresentam ligações diretas, como se fosse um sistema hidráulico. Como exemplo de problemas a distância, é relativamente comum pacientes com congestão cardíaca apresentarem edemas em membros inferiores, ou seja, problema cardíaco mas com sintomas nos membros inferiores. A Trombose Venosa Profunda (TVP) comumente ocorre em vasos da perna, podendo ocasionar Tromboembolismo Pulmonar pelo deslocamento do trombo, ou seja, início de patologia em vasos da perna e destino no pulmão. Um mínimo estímulo tátil, térmico ou doloroso altera a microcirculação local por estímulo simpático, ou seja, o Sistema Nervoso Autônomo (SNA) controlando alterações de todo corpo, procurando sempre manter a Homeostasia.

   Atualmente as pesquisas vem desvendando que o tecido conjuntivo, que outrora serviu como tecido de sustentação e apoio, pode ser muito mais do que um coadjuvante. A Fáscia está em evidência. Citarei abaixo alguma das funções inerentes a Fáscia.

– Distribuir e organizar as forças atuantes em todo o corpo;

– Facilitar a integração sensorial corporal, sendo primordial para a coordenação motora;

– Distribuição de líquidos pelo corpo;

– Auxílio da drenagem corporal;

– Disseminação bio-energética e bioquímica corporal, inclusive patologias podem disseminar-se pela fáscia como infecções e Tumores;

– Importância capital na estática e dinâmica corporal;

– Demonstra memória tissular (inclusive emocional);

– Sustentação de todo o tipo de vísceras pelo corpo, vasos sangúineos, sistema nervoso, e outros;

– Dissemina por todo o corpo a respiração costal;

– Dissemina por todo o corpo o Mecanismo Respiratório Primário (M.R.P.), ou ritmo Craniano *(1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19);

– Une todos os tecidos corporais;

– Outros.

   Se o tecido conjuntivo está presente em todas as regiões do corpo, e se é todo interligado, uma alteração em determinado local, com certeza, irá repercurtir sobre outras regiões. Não podemos ter uma visão segmentada de um paciente. Hoje em dia, mais do que nunca, devemos ter uma visão holística do corpo humano. Normalmente onde estão os sintomas nem sempre estão as causas dos problemas, somente as consequências. Tratar a consequência é valido, mas se a causa não for reparada, a reicindiva poderá acontecer.

   A grande vantagem do Osteopata consiste em ter na sua forma de aprendizado todas estas informações. Os princípios da Osteopatia surgiram após o criador da Osteopatia, Still, ter entendido que o corpo funciona como um só, único e indivisível. A partir desta concepção ele criou e desenvolveu a Osteopatia. A Osteopatia foi criada e desenvolvida a partir deste ponto de vista. Tudo o que as pesquisas relacionadas a este assunto estão comprovando hoje, os Osteopatas antigos já falavam e praticavam pelo mundo. E vale lembrar, que tudo na medicina começa com experimentações.

Procure um Osteopata.

Frederico Meirelles.

Referências:

1. Heisey SR, Adams T: Role of cranial bone mobility in cranial

compliance. Neurosurgery 1993, 33(5):869-876.

 2. Ueno T, Hargens AR, Ballard RE: Intracranial pressure dynamics

during simulated microgravity: using a new noninvasive

ultrasonic technique. J Gravitational Physiology 1998, 5(1):39-40.

 3. Ballard RE, Wilson M, Watenpaugh DE, Hargens AR, Shuer LM, Yost

WT: Noninvasive measurement of intracranial volume and

pressure using ultrasound. American Institute of Aeronautics and

Astronautics Life Sciences and Space Medicine Conference. Book of

Abstracts, Houston, TX 1996:76-77.

 4. Ueno T, Ballard RE, Cantrell JH, Yost WT, Hargens AR: Noninvasive

estimation of pulsatile intracranial pressure using ultrasound.

NASA Technical Memorandum 112195 1996.

 5. Ueno T, Ballard RE, Shuer LM, Yost WT, Cantrell , Hargens AR:

Noninvasive measurement of pulsatile intracranial pressure

using ultrasound. Acta Neurochir 1998, 71(Suppl):66-69.

 6. Ueno T, Ballard RE, Macias BR, Yost WT, Hargens AR: Cranial

diameter pulsation measured by non-invasive ultrasound

decrease with tilt. Aviation, Space and Environmental Medicine 2003,

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 7. Moskalenko YE, Cooper H, Crow H, Walter WG: Variation in

blood volume and oxygen availability in the human brain.

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 8. Moskalenko YE, Weinstein GB, Demchenko IT, Cooper H, Grechin

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 9. Moskalenko YE, Kravchenko TI, Gaidar BV, Vainshtein GB, Semernya

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bones in humans. Human Physiology 1999, 25(1):51-58.

 10. Moskalenko YE, Frymann VM, Weinstein GB, Semernya VN,

Kravchenko TI, Markovets SP, Panov AA, Maiorova : Slow rhythmic

oscillations within the human cranium phenomenology, origin,

and informational significance. Human Physiology 2001,

27(2):171-178.

 11. Moskalenko YE, Frymann VM, Kravchenko T, Weinstein G: A modern

conceptualization of the functioning of the primary respiratory

mechanism. In Proceedings of international research

conference: Osteopathy in Pediatrics at the Osteopathic Center for Children.

3-6 February 2002; San Diego Edited by: King HH. American Academy

of Osteopathy, Indianapolis, IN; 2005:12-31.

 12. Sabini RC, Elkowitz DE: Significant differences in patency

among cranial sutures. J Am Osteopath Assoc 2006, 106:600-604.

 13. Adams T, Heisey RS, Smith MC, Briner BJ: Parietal bone mobility

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92(5):599-622.

 14. Michael DK, Retzlaff EW: A preliminary study of cranial bone

movement in the squirrel monkey. J Am Osteopath Assoc 1975,

74:866-869

15. Magoun HI: Osteopathy in the Cranial Field, 2e Kirksville, MO: Journal

Publishing Company; 1966.

 16. Becker RE: Life in Motion Edited by: Brooks RE. Portland, OR: Stillness

Press; 1997.

 17. Oleski SL, Smith GH, Crow WT: Radiographic evidence of cranial

bone mobility. J Craniomandib Pract 2002, 20(1):34-38.

  18. Frymann VM: A study of the rhythmic motions of the living

cranium. J Am Osteopath Assoc 1971, 70:1-18.

 19. Heifitz MD, Weiss M: Detection of skull expansion with

increased intracranial pressure. J Neurosurg 1981, 55:811-812.

     A habilidade palpatória é uma das grandes virtudes do Osteopata. O Osteopata utiliza suas mãos para fins diagnósticos e terapêuticos.

     O Osteopata tem um papel primordial na atenção a saúde. A sensibilidade manual de um Osteopata é única. Anos de experiência fazem o Osteopata sentir alterações mínimas nos movimentos e micro movimentos corporais que podem gerar grandes repercussões no funcionamento e, consequentemente, no equilíbrio corporal.

     A arte da palpação requere disciplina, tempo, paciência e prática. Para ser eficaz, a sensibilidade palpatória deve ser relacionada com o conhecimento da anatomia funcional, fisiologia e fisiopatologia. O Osteopata ” vê ” a estrutura que ele está palpando através de uma imagem visual baseada em seus prévios estudos e experiências passadas, que diferenciam o normal do anormal.

     A palpação outorga informações sensitivas que o cérebro interpreta como: temperatura, textura, umidade, elasticidade, turgência, tensão dos tecidos, espessura, forma, irritabilidade, movimento, etc. O cérebro do Osteopata deve receber as informações palpatórias, visuais e auditivas apropriadas, que são processadas através dos conhecimentos prévios. Após o processamento das informações, a resposta vem em forma de um eficaz tratamento, com manobras específicas para cada tipo de tecido envolvido.

     Erra quem classifica o Osteopata como “Manipulador”, ou seja, só “estala” os pacientes. O Osteopata é muito mais que isso. Atendemos diversos pacientes sem realizar um único ” Thrust ” (HLVA – High Velocity-Low Amplitude). O Thrust é uma técnica específica que necessita ter uma indicação específica, como todas as outras técnicas.

 

          “AS MÃOS DO OSTEOPATA SENTEM, PENSAM, SABEM E VÊEM”.  

 

 Procure a Osteopatia.

 

Frederico Meirelles.

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A Osteopatia no esporte:

https://fredericomeirelles.com/2010/01/29/a-osteopatia-no-esporte/

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